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09
Ago17

Bicicletas «made in» Portugal

Ricardo Jorge Pereira

O gabinete de estatísticas da União Europeia – o Eurostat – revelou, há alguns meses, que Portugal era o líder no que à exportação de bicicletas no espaço europeu se referia.

E, simultaneamente, um dos maiores no mundo.

No entanto, segundo os autores do relatório “Special Eurobarometer 422a “Quality of Transport””, publicado em 2014, não mais do que 8% dos cidadãos residentes na União Europeia usava a bicicleta como seu meio de transporte num dia ‘normal’.

8% em média, claro: se, nos Países Baixos, 36% encaravam a bicicleta como o seu meio de transporte ‘preferido’, apenas 1% – ou menos – da população de outros países via a bicicleta de forma “amigável”.

Ora, estes valores no que se refere à utilização regular da bicicleta levaram-me a recordar estudos referentes à prática da actividade física que, ao longo de anos, foram divulgados.

Veja-se, por exemplo, o relatório “Special Eurobarometer 412 “Sport and physical activity””, também publicado em 2014.

«Na generalidade, os cidadãos residentes no norte da União Europeia são os mais activos no que se refere à actividade física. A proporção dos que, pelo menos uma vez por semana, fazem algum tipo de exercício físico é de 70% na Suécia, de 68% na Dinamarca, de 66% na Finlândia, de 58% nos Países Baixos e de 54% no Luxemburgo. Por seu lado, os níveis mais baixos de actividade física registam-se nos Estados-membros do sul. A maioria dos inquiridos que afirmou nunca fazer qualquer tipo de exercício físico vive na Bulgária (78%), em Malta (75%), em Portugal (64%), na Roménia (60%) e em Itália (60%)».

Bicicletas made in Portugal?

Sim, mas só para exportar…

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