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10
Set18

A crise da Democracia

Ricardo Jorge Pereira

Penso sinceramente que uma das razões que mais e melhor explica a existência e a exactidão de uma das expressões em que mais tenho ‘tropeçado’ nos últimos anos – “crise da Democracia” – é aquela que aqui invoquei na passada sexta-feira: a “consciência tranquila”.

Explico.

Tendo em conta a enormíssima quantidade de factos sobre que tenho vindo a ler, a ver e a ouvir parece-me que o Homem tem, desde há muito, vindo a cometer o que considero serem erros que, reconheço, tenho muita dificuldade em aceitar como sendo “características fundamentais da Democracia”.

E mais: acho que esses erros têm sido dolosamente cometidos mas sempre, sempre, argumentando ter-se a dita “consciência tranquila”.

Assim, nesta tem ‘cabido’ tudo e mais alguma coisa: erros intencionais baseados na mentira, na hipocrisia ou na opacidade, por exemplo.

Ou seja, a Democracia há muito que está internamente capturada por gente que difunde e promove tudo aquilo que não tenho dúvidas em qualificar como negativo.

Exemplos?

Os Estados Unidos da América e os direitos humanos e a União Europeia e as migrações.

Para citar apenas países e regiões que se reclamam tutelados por regimes e instituições democráticos, claro...

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