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uso externo

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19
Abr18

Ah, a imparcialidade

Ricardo Jorge Pereira

«Neutral», «isento» ou «equitativo».

São estes os significados que qualquer dicionário da língua portuguesa atribui a quem é (ou quer ser) imparcial.

Existem, até, profissões, como a de jornalista, que glorificam a imparcialidade e lhe atribuem um lugar de destaque no código deontológico que as regem (e, por extensão, a quem as exerce).

Ora, não foi neutra, nem isenta, nem equitativa a ‘introdução’ de uma reportagem televisiva que vi e ouvi no Telejornal da RTP1 a propósito da mudança política em Cuba com a saída de Raúl Castro e a entrada provável de Miguel Díaz-Canel para a presidência daquele país.

«A Assembleia Nacional de Cuba iniciou o processo de escolha do novo presidente do país. O novo ditador deverá ser o até agora vice-presidente»..., ouvi.

Atónito, diga-se.

Mas tratou-se apenas de mais um mau serviço à objectividade e, enfim, ao bom jornalismo.

 

 

***

 

 

Aproveitando as linhas que ‘dediquei’ à imparcialidade, à neutralidade, à isenção, à equidade e à objectividade não quero deixar de referir o seguinte: o magnífico Palácio de Cristal, no Porto, tem junto a si um busto acompanhado de uma legenda.

Reproduzo-a:

 

O segredo da felicidade está na liberdade.

O segredo da liberdade está na coragem!

 

Péricles

 

 

Adelino Amaro da Costa, (1943-1980), esteve presente no 1º Congresso do CDS que se realizou neste Palácio de Cristal, no dia 25/1/1975.

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