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05
Jul18

Camões em Macau e em Constância

Ricardo Jorge Pereira

Aqui escrevi, há poucos dias, sobre a China.

Aqui me ‘mantenho’ regressando, por assim dizer, a Macau...

Ora, assume-se, frequentemente, que o poeta Luís Vaz de Camões escreveu parte das oito mil, oitocentas e dezasseis estrofes da ‘enorme’ epopeia Os Lusíadas em Macau – o que é, de resto, assinalado anualmente por membros da comunidade portuguesa que aí reside com uma romagem ao jardim e à “gruta de Camões”.

Não sei se isso corresponde à verdade ou se é, apenas, um mito.

O que, de facto, sei é que existe em Constância uma estátua daquele que acho ter sido o mais ‘marcante’ poeta português que, até hoje, viveu (e um dos ‘símbolos’ da portugalidade, claro...) acompanhada de alguns dos seus escritos.

 

 

«Oh! Pomar venturoso!

De teu fermoso peso

Se mostra o monte ledo

E o caudaloso Zêzere te

estranha

Porque olhas com desprezo

Seu cristal puro e quedo

 

(Da canção XII)

 

 

Corre suave e brando

Com tuas claras águas

Saídas de meus olhos doce

Tejo

 

(Écloga II)

 

 

Ouvi soar nos vales algum

dia

E respondia o eco o nome

em vão

Num coração – Belisa!

 

(Écloga III)»

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