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27
Fev18

O melhor e o pior

Ricardo Jorge Pereira

Li, há dias, que o presidente norte-americano Abraham Lincoln foi considerado pela maioria dos indivíduos que responderam a uma sondagem (ou inquérito) como o melhor presidente de sempre dos Estados Unidos da América.

Ora, creio que nunca participaria em votações deste género porque reconheço as minhas imensas dificuldades para, por exemplo, dizer que a/o rainha/rei X foi a/o melhor monarca portuguesa/português de sempre ou que Y foi a/o pior monarca portuguesa/português (ou presidente da República) de ‘todos os tempos’.

Por isso, tais rankings são – como quase todos, aliás – muito subjectivos e pouco objectivos…

Limito-me, pois, a enumerar os monarcas portugueses (e seus respectivos reinados) após, claro, ter recorrido a alguns manuais que me acompanharam enquanto estudante para não correr o risco de que alguma personalidade ficasse esquecida.

 

 

Dinastia Afonsina

 

- D. Afonso Henriques (de 1143 a 1185);

 

- D. Sancho I (de 1185 a 1211);

 

- D. Afonso II (de 1211 a 1223);

 

- D. Sancho II (de 1223 a 1248);

 

- D. Afonso III (de 1248 a 1279);

 

- D. Dinis (de 1279 a 1325);

 

- D. Afonso IV (de 1325 a 1357);

 

- D. Pedro I (de 1357 a 1367);

 

- D. Fernando (de 1367 a 1383);

 

 

Período de turbulência política (e social)

 

 

Dinastia de Avis (ou Aviz)

 

- D. João I (de 1385 a 1433);

 

- D. Duarte (de 1433 a 1438);

 

- D. Afonso V (de 1438 a 1481)

Como só tinha seis anos de idade, a regência do Reino foi assegurada, primeiro, por sua mãe, D. Leonor, e, depois, pelo seu tio, D. Pedro;

 

- D. João II (de 1481 a 1495);

 

- D. Manuel I (de 1495 a 1521);

 

- D. João III (de 1521 a 1557);

 

- D. Sebastião (de 1557 a 1578)

Como tinha só três anos de idade, a regência do Reino foi assegurada, primeiro, por sua avó, D. Catarina, e, depois, pelo seu tio-avô cardeal D. Henrique;

 

- Cardeal D. Henrique (de 1578 a 1580);

 

 

Período de turbulência política (e social)

 

 

Dinastia Filipina (ou castelhana)

 

- Filipe II de Espanha (o I.º de Portugal) (de 1581 a 1598);

 

- Filipe III de Espanha (o II.º de Portugal) (de 1598 a 1621);

 

- Filipe IV de Espanha (o III.º de Portugal) (de 1621 a 1640);

 

 

Período de turbulência política (e social): restauração da independência de Portugal

 

 

Dinastia de Bragança

 

- D. João IV (de 1640 a 1656);

 

- D. Afonso VI (de 1656 a 1683)

Como só tinha treze anos de idade, a regência do Reino foi assegurada por sua mãe, D. Luísa de Gusmão;

 

- D. Pedro II (de 1683 a 1706);

 

- D. João V (de 1706 a 1750);

 

- D. José I (de 1750 a 1777);

 

- D. Maria I (de 1777 a 1816)

No entanto, em virtude de ter enlouquecido, foi o seu filho D. João quem assumiu, a partir de certo momento, a regência do Reino;

 

- D. João VI (de 1816 a 1826);

 

- D. Pedro IV (1826)

 

 

Período de turbulência política (e social): estando D. Pedro IV no Brasil, nomeou como regente de Portugal a sua irmã, Infanta Isabel Maria. Para além do mais, abdicou D. Pedro IV a favor da sua filha, D. Maria II, que havia casado com o seu tio, D. Miguel, através de uma procuração. Este acabou por proclamar-se “rei absoluto” desencadeando uma guerra civil;

 

- D. Maria II (de 1834 a 1853);

 

- D. Pedro V (de 1853 a 1861)

Como era menor de idade, por assim dizer, a regência do Reino foi assegurada por seu pai, D. Fernando;

 

- D. Luís (de 1861 a 1889);

 

- D. Carlos (de 1889 a 1908);

 

- D. Manuel II (de 1908 a 1910, ano da implantação da República em Portugal);

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