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12
Out18

Para quê, então?

Ricardo Jorge Pereira

Lembro-me de, na escola, ter um dia lido estas palavras (palavras que nunca mais em mim desapareceram e, provavelmente, só desaparecerão quando morrer):

 

«Exploração dos recursos do planeta, acumulação incansável de bens, progresso, todos os sinais de riqueza, poder e saber são brutalmente postos em causa pela realidade inelutável que sanciona toda a existência humana – a morte.».

 

Tive, muitos anos mais tarde, o privilégio de ouvir uma canção – “Já não estar” –, interpretada por Camané (com letra de Manuela de Freitas, se não me engano):

 

«Se às vezes numa rua no lugar, eu penso que um dia hei-de morrer, sei que tudo o que tenho vou deixar, aqui onde hoje estou deixo de estar, e tudo quanto sou deixo de ser» (excerto).

 

Para quê tanta(o) ..., então?

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