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20
Fev18

Robespierre, o Estado e o terrorismo

Ricardo Jorge Pereira

Diz o epitáfio de Maximilien de Robespierre o seguinte: «Passante, não chores a minha morte porque se eu vivesse tu morrerias» (em língua francesa, no original).

Robespierre, à cabeça de um governo revolucionário a partir de Outubro de 1793, foi o responsável máximo pela perseguição a dezenas de milhares de suspeitos de organizarem e/ou participarem em actividades consideradas ‘contra-revolucionárias’ – e a sua condenação e posterior execução – tendo o período que, então, se iniciou ficado conhecido como Terror.

De resto, como escreveu o articulista António Guerreiro na coluna que assina, semanalmente, no suplemento Ípsilon (jornal Público) publicado em meados de Junho de 2016 – “Estação Meteorológica”: «Os estudiosos da história do terrorismo situam o seu início na época do Terror da Revolução Francesa. É aí, como terrorismo de Estado, que nasce o terror moderno e o termo “terrorismo”.».

Assim, é o Estado o “pai” do terrorismo...

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